Rands e João da Costa: só um vai continuar
Prévias petistas deste domingo vão definir quem será o representante do partido nas eleições
É um ou outro. Depois de quase dois meses de campanha, o prefeito João da Costa e o secretário de Governo do estado, Maurício Rands, disputam voto a voto o direito de ser o candidato do PT à Prefeitura do Recife. É um domingo histórico para a legenda, que tem 33,3 mil filiados na capital. O PT comanda o Recife desde 2001, e o vencedor das eleições internas pode ter, em seu palanque, o apoio das principais forças políticas do estado, a exemplo do governador Eduardo Campos (PSB).
Esta é a primeira vez em Pernambuco que um gestor petista enfrenta um embate interno para garantir seu nome à reeleição. O resultado dessa disputa é tão importante que praticamente engessou as articulações partidárias, seja da oposição ou dos governistas. Todos à espera das urnas petistas para traçar suas estratégias e montar o discurso eleitoral.
Se o vitorioso for João da Costa, lideranças como o senador Armando Monteiro Neto (PTB) acreditam que a Frente Popular sairá rachada, com vários candidatos da base eduardista. Caso o vencedor seja Rands, ele tem o desafio de unificar o PT, convencer os partidos da Frente Popular a apoiá-lo e torcer para que o prefeito recupere a imagem nos meses restantes da gestão.
As prévias forçaram suas lideranças a ouvir de perto os militantes e mostraram um partido vivo, com contradições e afinidades. Mas não deixam de colocar em risco o projeto da legenda à medida que os petistas expõem as fragilidades um do outro e municiam a oposição. A disputa interna, no entanto, tornou-se inevitável porque as tendências petistas mais importantes no estado, como a Articulação de Esquerda e a Construindo um Novo Brasil (CNB), perderam os espaços na gestão de João da Costa e deixaram de se ver representadas.
A eleição interna surgiu diante de uma gestão marcada por conflitos e tem como pano de fundo a disputa pelo Palácio das Princesas em 2014. As primeiras condições apareceram quando o prefeito rompeu com seu padrinho político, o deputado federal João Paulo, um ano após se eleger, em 2009. A situação se agravou quando o senador Humberto Costa, líder da maior tendência no estado, a CNB, rompeu com João da Costa, oficialmente, em 30 de março.
De lá para cá, o clima tensionou, com troca de acusações e críticas. A disputa foi marcada por denúncias por parte dos partidários de Rands. João da Costa, por sua vez, passou a imagem de que estava sendo “vítima” de uma disputa pelo poder. Duas versões postas à prova neste domingo.
Esta é a primeira vez em Pernambuco que um gestor petista enfrenta um embate interno para garantir seu nome à reeleição. O resultado dessa disputa é tão importante que praticamente engessou as articulações partidárias, seja da oposição ou dos governistas. Todos à espera das urnas petistas para traçar suas estratégias e montar o discurso eleitoral.
Se o vitorioso for João da Costa, lideranças como o senador Armando Monteiro Neto (PTB) acreditam que a Frente Popular sairá rachada, com vários candidatos da base eduardista. Caso o vencedor seja Rands, ele tem o desafio de unificar o PT, convencer os partidos da Frente Popular a apoiá-lo e torcer para que o prefeito recupere a imagem nos meses restantes da gestão.
As prévias forçaram suas lideranças a ouvir de perto os militantes e mostraram um partido vivo, com contradições e afinidades. Mas não deixam de colocar em risco o projeto da legenda à medida que os petistas expõem as fragilidades um do outro e municiam a oposição. A disputa interna, no entanto, tornou-se inevitável porque as tendências petistas mais importantes no estado, como a Articulação de Esquerda e a Construindo um Novo Brasil (CNB), perderam os espaços na gestão de João da Costa e deixaram de se ver representadas.
A eleição interna surgiu diante de uma gestão marcada por conflitos e tem como pano de fundo a disputa pelo Palácio das Princesas em 2014. As primeiras condições apareceram quando o prefeito rompeu com seu padrinho político, o deputado federal João Paulo, um ano após se eleger, em 2009. A situação se agravou quando o senador Humberto Costa, líder da maior tendência no estado, a CNB, rompeu com João da Costa, oficialmente, em 30 de março.
De lá para cá, o clima tensionou, com troca de acusações e críticas. A disputa foi marcada por denúncias por parte dos partidários de Rands. João da Costa, por sua vez, passou a imagem de que estava sendo “vítima” de uma disputa pelo poder. Duas versões postas à prova neste domingo.
Fonte: Diario de Pernambuco

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