Tempo para o estágio
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| Ana Patrícia: estudante deve falar com professores |
O estudante de jornalismo João Vitor Cavalcanti está em seu quarto estágio. Em dois anos, ele já passou por empresas de diferentes ramos da comunicação, tendo contato desde a análise de marketing à redação de matérias econômicas. A razão da troca, segundo ele, é justamente essa fome por novas experiências. “É um constante exercício de adaptação que pode valer muito a pena mais a frente, já que o mercado exige profissionais cada vez mais dinâmicos”, explica.
A gerente do Departamento de Treinamento e Acompanhamento do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE-PE), Ana Patrícia Gomes, avalia como positiva essa atitude de João Vitor. O jovem, indica ela, deve procurar sempre novos desafios profissionais, assumindo projetos de maior complexidade à medida em que atinge resultados positivos. “Mas isso também pode ser feito dentro da empresa, mudando de área”, lembra ela. Portanto, caso suas atividades já tenham caído na rotina ou esteja desmotivado, é importante conversar com seu supervisor e questionar sobre a possibilidade de inserir novidades no trabalho. Quem passa por várias áreas também tem uma noção melhor da visão, da missão e da história da instituição, podendo ver como os valores interferem no dia a dia de cada profissional.
Outra avaliação que o estagiário deve fazer é se ele está satisfeito ou não na função que executa, além da possibilidade de contratação. Um dos motivos que fez João Vitor ficar 11 meses na E.life foi o plano de carreira. “Acredito, inclusive, que falta essa postura em muitas empresas com relação aos estagiários: um plano de carreira sólido que possa reter os talentos desenvolvidos.” A oportunidade de ser efetivado incentiva o “aprendiz” a inovar, fazendo mais do que é esperado.
Caso não haja expectativa de crescimento, o melhor é partir para outra. “O estagiário não pode perder tempo”, alerta Ana Patrícia. Uma vantagem da troca é o aumento da rede de contatos (networking). Para isso, é preciso ter tato para pedir demissão, sendo sincero e agradecendo pela abertura que recebeu ali, mantendo uma postura profissional. Antes de tomar qualquer decisão, porém, Ana Patrícia aconselha que o estudante fale com professores e colegas de trabalho. “Às vezes, o jovem não é maduro ou se sente inseguro em dizer que quer sair. Escutar quem tem mais experiência pode ajudar.” (M.G)
A gerente do Departamento de Treinamento e Acompanhamento do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE-PE), Ana Patrícia Gomes, avalia como positiva essa atitude de João Vitor. O jovem, indica ela, deve procurar sempre novos desafios profissionais, assumindo projetos de maior complexidade à medida em que atinge resultados positivos. “Mas isso também pode ser feito dentro da empresa, mudando de área”, lembra ela. Portanto, caso suas atividades já tenham caído na rotina ou esteja desmotivado, é importante conversar com seu supervisor e questionar sobre a possibilidade de inserir novidades no trabalho. Quem passa por várias áreas também tem uma noção melhor da visão, da missão e da história da instituição, podendo ver como os valores interferem no dia a dia de cada profissional.
Outra avaliação que o estagiário deve fazer é se ele está satisfeito ou não na função que executa, além da possibilidade de contratação. Um dos motivos que fez João Vitor ficar 11 meses na E.life foi o plano de carreira. “Acredito, inclusive, que falta essa postura em muitas empresas com relação aos estagiários: um plano de carreira sólido que possa reter os talentos desenvolvidos.” A oportunidade de ser efetivado incentiva o “aprendiz” a inovar, fazendo mais do que é esperado.
Caso não haja expectativa de crescimento, o melhor é partir para outra. “O estagiário não pode perder tempo”, alerta Ana Patrícia. Uma vantagem da troca é o aumento da rede de contatos (networking). Para isso, é preciso ter tato para pedir demissão, sendo sincero e agradecendo pela abertura que recebeu ali, mantendo uma postura profissional. Antes de tomar qualquer decisão, porém, Ana Patrícia aconselha que o estudante fale com professores e colegas de trabalho. “Às vezes, o jovem não é maduro ou se sente inseguro em dizer que quer sair. Escutar quem tem mais experiência pode ajudar.” (M.G)






















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