Famosos na luta contra a corrupção
O movimento Reforma Política Já busca a adesão de artistas para tentar atrair o interesse da sociedade brasileira
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| José Wilker aderiu o movimento |
Os recorrentes escândalos de corrupção que assolam o cenário político brasileiro podem ganhar um inimigo famoso. Ou melhor, vários inimigos. Um movimento apartidário criado em Belo Horizonte, em Minas Gerais, o Reforma Política Já (RPJ), aposta na adesão de pessoas famosas, principalmente artistas, à ideia para despertar o assunto na sociedade. O fundador do movimento, o professor universitário e marqueteiro Marcílio Moreira, prepara material, que inclui camisas e explicações sobre o movimento, para enviar a 300 personalidades.
Marcílio conta que nunca foi ligado às questões políticas, mas que se indignou quando viu, há três anos, o noticiário sobre a absolvição de um político envolvido em suspeitas de corrupção. “A reforma política é a única ferramenta capaz de mexer com o quadro caótico que está aí”, aponta Marcílio. Quando iniciou o movimento, ele contou com o apoio de uma dezena de amigos de diferentes áreas de atuação. Mas, com o tempo, assumiu o comando do RPJ. Já fez diversas palestras em escolas, faculdades e empresas. Conseguiu apoio de empresários e de pessoas engajadas no mesmo objetivo para espalhar outdoors pela cidade e, inclusive, confeccionar o material que será enviado aos famosos nos próximos dias.
Uso da imagem
Na base da raça, ele já conseguiu o apoio de diversos artistas, que permitiram o uso da própria imagem no site do movimento (www.rpj.org.br). Entre eles estão José Wilker, Yara Tupinambá, Victor e Leo, Débora Falabella, os integrantes da banda mineira Jota Quest, MV Bill e Ziraldo. O primeiro a participar foi o comediante Carlos Nunes, vizinho de prédio da mãe de Marcílio. “Consigo o telefone e vou ligando. Muitos ficam com o pé atrás. Outros acabam tendo o rabo preso de alguma forma, mas a única maneira de mobilizar a população é quando a classe artística se mobilizar a favor da causa”, raciocina. Um dos que aderiram à campanha foi o ator Marcos Palmeira. “Um amigo tinha o celular dele. Liguei, expliquei a importância e ele topou”, conta Marcílio.
Marcílio conta que nunca foi ligado às questões políticas, mas que se indignou quando viu, há três anos, o noticiário sobre a absolvição de um político envolvido em suspeitas de corrupção. “A reforma política é a única ferramenta capaz de mexer com o quadro caótico que está aí”, aponta Marcílio. Quando iniciou o movimento, ele contou com o apoio de uma dezena de amigos de diferentes áreas de atuação. Mas, com o tempo, assumiu o comando do RPJ. Já fez diversas palestras em escolas, faculdades e empresas. Conseguiu apoio de empresários e de pessoas engajadas no mesmo objetivo para espalhar outdoors pela cidade e, inclusive, confeccionar o material que será enviado aos famosos nos próximos dias.
Uso da imagem
Na base da raça, ele já conseguiu o apoio de diversos artistas, que permitiram o uso da própria imagem no site do movimento (www.rpj.org.br). Entre eles estão José Wilker, Yara Tupinambá, Victor e Leo, Débora Falabella, os integrantes da banda mineira Jota Quest, MV Bill e Ziraldo. O primeiro a participar foi o comediante Carlos Nunes, vizinho de prédio da mãe de Marcílio. “Consigo o telefone e vou ligando. Muitos ficam com o pé atrás. Outros acabam tendo o rabo preso de alguma forma, mas a única maneira de mobilizar a população é quando a classe artística se mobilizar a favor da causa”, raciocina. Um dos que aderiram à campanha foi o ator Marcos Palmeira. “Um amigo tinha o celular dele. Liguei, expliquei a importância e ele topou”, conta Marcílio.
Fonte: Diario de Pernambuco

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